domingo, 18 de março de 2012

A FORÇA DA PERSISTÊNCIA


Há momentos na vida em que precisamos nascer de novo. E quando nos damos conta disto, bate o desespero. Começar tudo de novo? Perder o que construímos? Trilhar o desconhecido, nesta altura do campeonato?
Mas algumas coisas são inexoráveis e, independentemente de nossas vontades, mudam o curso normal de nossa pacata existência. E assim nos deparamos com desafios que muitas vezes parecem ser maiores que nossa capacidade.

E são nestes momentos que podemos constatar que somos mais fortes do que imaginamos. Mas para chegarmos a esta constatação, é preciso mais que competência. É preciso determinação, coragem e persistência.

A determinação brota do querer, da vontade de se alcançar um objetivo. Mas esta vontade tem que ser materializada em ações, pois uma intenção sem ação não passa de uma ilusão.

E para agir, enfrentando os riscos de sucumbirmos diante de obstáculos aparentemente intransponíveis, precisamos de outra virtude essencial: a coragem.

Mas nem sempre a coragem de agir leva ao sucesso de imediato. Alguns reveses têm a capacidade de nos minar, sugerindo que desistamos. Aí entra a virtude da persistência.

A persistência sempre se transforma na força necessária para alcançarmos o sucesso. Às vezes um sucesso diferente daquele originalmente imaginado, mas quando agimos com coragem e persistência, fazemos coisas grandiosas que acabam se transformando em sucesso.

E o apoio dos amigos e da família é fundamental para conseguirmos alcançar e manter as virtudes da determinação, da coragem e da persistência.

Várias pizzas em homenagem aos vitoriosos. Só não vale colocar como tema musical de fundo a estranhíssima “Soraia Queimada”.

Pero que los hay, los hay!




domingo, 11 de março de 2012

ROMANTISMO, RESPONSABILIDADE E COMPROMISSO

- Bom dia, meu amor!
- Bom dia!
- Só “bom dia”?
- Como assim?
- Não está se lembrando de nada? Sabe que dia é hoje?
- Sei. Domingo.
- Não perguntei o dia da semana, mas sim o do mês. Não significa nada para você?
- Claro que significa! 11/03. A soma destes números é 14.
- E daí?
- É o dia de seu aniversário!
- Não era isto que eu estava pensando.
- Então dobra.
- Dobrar o quê?
- Multiplique o 14 por 2.
- Esta mania de traduzir tudo em números ainda vai te deixar maluco. Ou eu.
- O resultado é 28.
- Estou cansada de saber. O que não sei é que importância isto tem.
- Por falar em coisas importantes, quantos filhos nós temos?
- Jesus amado dê-me paciência. São dois, por quê?
- Dois somados com vinte e oito, dá quanto?
- Não acredito que você fez isto tudo para dizer que se lembrou...!
- A resposta está no cartão em cima de seu criado-mudo.
- Este?
- Pode ler.

“Meu amor,
Há exatos trinta anos fiz uma escolha definitiva: Através do simbolismo do noivado, tornei público minha intenção de casar com você.
Apesar da imaturidade própria da juventude, eu tinha plena consciência da responsabilidade que estava assumindo: compartilhar afinidades, atitudes, valores e preferências de tal forma que isto não implicasse descaracterização de nossas personalidades, mas sim em um enriquecimento mútuo.
Apesar da imagem romântica do casamento (e que se faz necessária), não se pode ignorar que precisamos estar preparados para as suas implicações e responsabilidades, bem como para as expectativas frustradas que a realidade teima em nos brindar.
E para suplantar isto, propiciando inclusive a perpetuação do romantismo, só existindo amor, lealdade e devoção.
Pode parecer difícil. E é! Mas como toda coisa grandiosa, a felicidade para quem consegue é indescritível.
Há trinta anos nos demos as mãos e juramos unir nossas almas. E desde então isto tem sido a principal fonte de energia que me dá a força necessária para enfrentar os obstáculos e, principalmente, para ser feliz.
Obrigado por você existir!
Te amo!”

- Estou emocionada... Você sobra... Também te amo!

quinta-feira, 8 de março de 2012

A SÍNTESE MAIS PRÓXIMA DA PERFEIÇÃO

“Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus”.
Mateus 5:48
O Evangelista Mateus estabelece, com absoluta clareza, que a referência para medirmos o grau de perfeição, é Deus. Assim, para a maioria das pessoas, a perfeição seria inatingível, haja vista a crença que somente Deus é perfeito.
Mas quais as qualidades divinas? Como Deus age? Quais atributos ele tem, que o torna perfeito?
Para responder a estas e várias outras perguntas, os cristãos costumam utilizar um dos livros mais lidos no mundo: a Bíblia. E nela encontramos diversas descrições acerca do perfil de Deus, mas que ouso resumir em quatro: Um ser criador, caridoso, capaz de amar incondicionalmente e de disseminar ensinamentos nobres.
Já me desculpando pela forma simplista de tratar tão profunda questão, pergunto: qual ser vivo tem mais condições de atender integralmente estas características elementares da perfeição?
Não é difícil concluir que esta tarefa foi direcionada ao ser humano.
Mas como é difícil esta busca pela perfeição!
Partindo do princípio que a essência da perfeição é a prática de virtudes divinas, deveríamos então estabelecer uma forma de vida aderente a estes princípios. E sabemos que isto não se dá bem assim.
Mas, dentro das limitações do ser humano, não tenho dúvidas que as mulheres estão mais próximas da perfeição do que os homens.
Não vou nem considerar a beleza do ser feminino, disparadamente maior. Vou justificar pela prática das virtudes.
Além de maior sensibilidade, atenção e carinho, típicos da mulher, existe um diferencial insuperável: a capacidade de dar à luz. Ela sim é um ser criador, na acepção da palavra, diferente do ser procriador, característica do homem.
E a maternidade, via de regra, gera outras virtudes muito próximas daquelas invocadas por Deus: dedicação, entrega, amor incondicional, exemplo nas atitudes e tantas outras que só uma mãe pode proporcionar.
Estas virtudes se transformam na fonte de energia para conseguir a superação de enfrentar três turnos de trabalho, comum nos dias de hoje. Quem não conhece uma mulher trabalhadora, educadora dos filhos e responsável pela administração da casa, tudo ao mesmo tempo? Quem não conhece várias histórias de superação destas verdadeiras heroínas?
Têm defeitos? Todos nós temos. Mas a capacidade feminina de amar com todo o coração me faz não ter nenhum receio de afirmar:
A mulher realmente é a síntese mais próxima da perfeição!
Meus cumprimentos a todas as mulheres, pelo seu dia!
Cumprimentos especiais às velhas amigas e também às mais recentes (gurias do RH da Diplomata e a diretora Clarice, bem como as da Corregedoria do TJRS, onde destaco a Rosi).
Beijos, com muito amor, para as mulheres mais presentes em minha vida: Raulice, Mônica, Anne, Mara, Nara e Marlene.
Um beijo especial à minha afilhada Carine, que antes de ontem deu à luz o Eduardo.
Vocês são demais!

sexta-feira, 2 de março de 2012

TUDO TEM LIMITE

 - Cínico!
- Não adianta. Hoje nada vai me tirar do sério. Pode xingar à vontade.
- E vou xingar mesmo, seu mentiroso! Aliás, mentir é sua especialidade. Deve ser para compensar sua baixa auto-estima e sua incompetência.
- Nossa! Que stress! Uma mentirinha de vez em quando faz bem pra saúde.
- O que faz bem para a saúde é viver ao lado de quem te trata com respeito e carinho, e não com violência.
- Mas não é você mesma que sempre diz: “homem tem que ter pegada”!
- Pegada, sua anta! Não violência! Uma coisa é ser firme, decidido, confiante. Outra coisa é tentar esconder a própria fraqueza atrás da violência.
- Mas você bem que gosta de uns tapinhas...
- Como é burro! Por que você não aproveita sua tendência de cleptomaníaco e rouba um pouco da inteligência de alguém?
- Clepto o quê?
- Cleptomaníaco, aprendiz de jumento!  É o nome que se dá às pessoas que têm a mania de roubar, mesmo sem necessidade. Você não consegue entrar em um supermercado sem tentar levar alguma coisa, sem pagar. Deve ser psicológico. Aliás, se eu fosse assim como você eu também teria problemas psicológicos...
- Como assim?
- Quem consegue viver normalmente, cheio de vícios nocivos?
- Não sei o que é nocivo, mas vício eu tenho mesmo: beber e transar...
- Integridade moral para você deve ser peça de ficção. Não vê que seu comportamento inconsequente, falso, especializado em traições, fere outras pessoas e gera sofrimento?
- Isto eu não comento.
- Claro! Dentro de sua peculiar visão egocêntrica: foda-se o resto...!
- Desta frase, só entendi o foda-se.
- Ai, meu Deus! Deve ser algum problema neurológico. Tente aprender mais sobre você mesmo. Talvez assim, se veja melhor.
- Tem um espelhão no quarto que é bom para isto.
- Sabe de uma coisa? São tantos defeitos que vai chegar uma hora em que ninguém mais vai confiar em você.
- Só a mulherada do butecão.
- Seu safado, delinquente, vagabundo, imbecil, traidor...!
- Já falei que nada me atinge hoje.
- Seu..., seu..., seu Corintiano!
- EPA! AÍ NÃO! ISTO EU NÃO ACEITO! TUDO TEM LIMITE...!!!!

P.S.: Abraços aos meus amigos corintianos.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A ESTATUETA, A CONFORMIDADE E O CONFORMISMO

Acontece amanhã mais uma cerimônia de entrega dos prêmios Oscar do cinema. Um dos filmes que integra a lista dos indicados para concorrer às estatuetas é “O Homem que Mudou o Jogo”. Trata-se de uma história sobre um frustrado ex-jogador de baseball e sua luta para montar uma equipe vencedora, com poucos recursos.

Apesar de não ser um tema inédito no cinema, traz à tona, com outra roupagem, os velhos problemas decorrentes de um orçamento limitado e da consequente necessidade da criatividade. Sem muitas alternativas, o protagonista tenta implementar uma nova estratégia, carregada de incertezas, porém com a esperança de que a quebra de paradigmas ajude a suplantar as forças tradicionais. Evidentemente isto gera tensões nas pessoas envolvidas, que desaprovam a proposta, apesar de pouco fazerem para a solução do problema. Resultado: tensões, brigas de egos, intrigas e tudo aquilo que já conhecemos e que é da natureza do ser humano.

Este filme me remeteu a um tema que impacta em nossa vida pessoal e também na vida profissional: fazer diferente ou fazer mais do mesmo?

Dizem os psicólogos que inconscientemente costumamos usar uma máscara que nos ajuda a parecermos com o modelo que as outras pessoas esperam. É claro que isto facilita a adaptação ao relacionamento social, mas também prejudica nossa individualidade, acabando por incentivar a execução de “mais do mesmo”.

Da mesma forma, este cuidado em estar sempre conforme, faz com que a competição entre as empresas provoque, ao invés de uma diferenciação, uma verdadeira padronização de produtos e serviços. E mais do que esta padronização, gera também um indesejável conformismo.

É preciso praticar o desapego para podermos alcançar o inédito, pressuposto básico da diferenciação, esta sim, propulsora e mantenedora das pessoas e das empresas de sucesso.

Ou então, ser mais um na multidão...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A DOCE ATRAÇÃO DE UM MUNDO INDECOROSO

Você gastaria suas energias e suas emoções com algo que na maioria das vezes não lhe agrega valor?  Daria apoio, mesmo que indiretamente, a eventos que não raro se prestam a propiciar manifestações bestiais e agressivas de verdadeiros marginais? Consideraria ídolos pessoas com comportamento moral às vezes chocante?  Daria alguma parcela de contribuição para que oportunistas pudessem ganhar poder e dinheiro desonestamente?
Se você mora no planeta Terra, eu afirmo com bastante segurança que existe uma grande chance das respostas serem positivas. Se for brasileiro então, a probabilidade disto acontecer aumenta mais ainda.
Mas como? Por que estou dizendo uma insanidade desta?
Simplesmente porque estou falando de futebol, um dos maiores fenômenos socioculturais dos tempos recentes, que atrai e mobiliza uma grande parcela da humanidade e que, infelizmente, tem gerado todas as mazelas citadas no início, se transformando num submundo cada vez mais indecoroso.
Mas, apesar de todos os problemas, continuamos (pelo menos a maioria de nós) apaixonados e muitas vezes agindo de forma passional e irracional.
O que então provoca esta atração quase que incontrolável pelo chamado esporte bretão? Que força é esta, capaz de influenciar e movimentar a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo?
Seria a prática saudável do esporte? Isto os outros também têm. A competitividade? Outros têm até mais. Os vínculos que cria, seja praticando, assistindo ou debatendo? Também não é privilégio somente do futebol.
Nada disto. Em minha modesta opinião, a principal força do futebol vem das suas próprias características, que facilitam a interação esporte/sociedade.
 Todo esporte surge da necessidade do ser humano de se divertir, conviver e se distrair. E, neste contexto, acaba por refletir costumes sociais e culturais. Com a sua consolidação, acaba por se retroalimentar, influenciando os costumes sociais.
A meu ver, e sem considerar a sua notória mercantilização, o esporte que mais propicia esta interação social é o futebol.  Suas regras e objetivos podem ser alcançados através das mais diferentes táticas e estratégias. E isto permite diferentes estilos de jogos, atendendo, portanto a diferentes anseios culturais.
Daí surgiram diversos estilos: futebol arte, priorizando a habilidade; futebol força, com seu pragmatismo;  defensivo e aguerrido; ofensivo e criativo. Em síntese: com a diversidade de opções de estilos, diferentes culturas puderam expressar suas características dentro de campo, gerando com isto paixão, emoção, empolgação, expectativa, frustração, dentre outras reações típicas que geram esta verdadeira comunhão, típica dos torcedores.
Como resultado, é comum constatarmos o reflexo da torcida no time e vice-versa. A torcida acaba sendo a cara do time e o time normalmente se torna vencedor quando existe afinidade com a torcida. É isto que transmite a sensação de pertencimento, de inserção, e que transforma o futebol num verdadeiro fenômeno mundial.
É claro que poderia abordar diversos aspectos, também importantes, mas me limitei ao que acho mais determinante e diferencial em relação aos demais esportes.
Mas independente de qualquer análise ou opinião, é notório que o futebol está no sangue que corre nas veias da maioria das pessoas.
E assim como a maioria, eu também tenho o futebol no sangue. Porém com uma significativa transformação: meus glóbulos brancos se transformaram em glóbulos pretos que, unidos aos vermelhos, fortalecem cada vez mais o aguerrido sangue rubronegro .






sábado, 4 de fevereiro de 2012

EDUCAÇÃO, FILOSOFIA E PAMONHA

Mais um fenômeno propiciado pela rede mundial. A sensação do momento na Internet chama-se Salman Khan, um matemático e engenheiro eletricista de apenas 35 anos, que está “revolucionando” a educação através da produção de vídeos com aulas expositivas, disponibilizando-os de graça pelo site WWW.khanacademy.org.
Por suas aulas virtuais já passaram mais de 4 milhões de alunos que assistiram mais de 115 milhões de lições, contidas em 2700 vídeos, abordando mais de quarenta áreas do conhecimento. E sua meta é prá lá de ousada: pretende cobrir todos os assuntos, sempre de graça.
Pessoas e instituições do mundo inteiro estão aderindo ao “método Khan”. No Brasil as aulas estão sendo traduzidas para o português pela Fundação Lemann e disponibilizadas no Site WWW.fundacaolemann.org.br/khanportugues.
Mas, qual é o segredo de tanto sucesso? Qual a fórmula encontrada por este americano que está atraindo os jovens para uma prática que geralmente eles costumam ser resistentes?
Ainda sem emitir nenhum juízo de valor, posso dizer que os principais aspectos atrativos de suas aulas são a simplicidade da abordagem, o bom humor na apresentação e uma linguagem acessível com exemplos do dia-a-dia. Através deste verdadeiro ovo de Colombo, Khan sai da mesmice e diminui a chatice das aulas.
Agora já dando os meus pitacos, entendo que tudo que vem em busca de inovação e oxigenação da área Educacional é sempre bem vindo, desde que atenda as necessidades mínimas de aprendizagem. Vejo com muito bons olhos a simplificação de assuntos áridos, deixando os estudos com maior profundidade para quem for se especializar. Mas não podemos deixar de levar em consideração que um dos objetivos principais do processo ensino/aprendizagem é de desenvolver o raciocínio.
Aí vejo dois aspectos nesta nova proposta: um positivo e outro negativo. O positivo é que, facilitando o entendimento dos conhecimentos básicos, fica também mais fácil associá-los à realidade e à prática cotidiana, propiciando uma maior absorção do conhecimento.
Já como aspecto negativo, destaco a falta de interação com o professor, repetindo e eternizando a prática unidirecional das aulas expositivas.  A interatividade, na minha opinião, é uma arma poderosa para garantir a aprendizagem e não pode ser descartada, principalmente no ambiente da Internet, onde se tem todas as facilidades para ser implementada.
Mas o principal cuidado que devemos ter é o de evitar o excesso de superficialidade na disseminação do conhecimento. Numa sociedade pressionada pelo tempo, acostumada ao fast food e ao macarrão instantâneo, corremos o risco de nos deixarmos seduzir também pela fast school.
O filósofo brasileiro Mario Sergio Cortella, de maneira brilhante, rejeita a “despamonhalização” da vida. Em seu entender, a despeito de todas as praticidades do mundo moderno, devemos valorizar a longa, trabalhosa e solidária preparação da pamonha. Traduzindo: em nome do que é mais prático, muitas vezes abrimos mão do que é mais importante. Os goianos, como eu, sabem exatamente o que acontece no dia de fazer pamonha: juntam-se família e amigos, cada um com sua incumbência, com atividades durante todo o dia (colher o milho, tirar a palha, limpar a espiga, ralar, temperar, colocar na palha preparada, cozinhar...).  Mas o objetivo não era apenas o de comer a pamonha. O principal objetivo era conviver momentos agradáveis, durante a execução de um trabalho solidário.
Com maestria, o filósofo aborda uma questão crucial da vida moderna: não podemos deixar que o imediatismo impeça que façamos o importante. A rapidez não pode se transformar em pressa.
E isto cai como uma luva, quando o assunto é educação: o mundo atual exige rapidez e praticidade. Mas o processo ensino/aprendizagem tem o seu tempo e suas necessidades.
Não basta apenas assistir uma aula agradável pela internet. É preciso ter disponível uma estrutura adequada, com professores capacitados que, mais do que facilitar a aprendizagem, desenvolva a capacidade de indagar, de analisar criticamente, de raciocinar e, principalmente, de conviver.
Êh saudade da pamonha goiana...!!!