segunda-feira, 4 de abril de 2011

TERCEIRIZAÇÃO E RESULTADOS ESTRATÉGICOS

A terceirização nas empresas é uma prática consolidada em todo o mundo, apresentando aspectos bastante positivos, sendo hoje um instrumento indispensável para a manutenção da competitividade.
Mas junto com a redução estrutural de custos que ela propicia, é fundamental também garantir um nível adequado de qualidade e eficiência operacional, de modo a se alcançar os objetivos estratégicos.
Para tanto, a implantação de projetos de análise e diagnóstico da terceirização é ação indispensável para se implementar as melhores práticas de gestão de terceiros.
O acompanhamento e monitoramento do desempenho dos parceiros é que garantirá uma terceirização bem planejada e que alcance os resultados projetados.

sábado, 2 de abril de 2011

PARABÉNS ATLÉTICO! 74 ANOS DE LUTAS, CONQUISTAS E EXEMPLO.

Com o texto do repórter  Gerliézer Paulo, publicado hoje no PORTAL 730, saúdo o Glorioso Dragão do Cerrado, pelo aniversário.
Há 74 anos era fundado em Campinas o Atlético Clube Goianiense. O time rubro-negro nasceu do sonho daquela comunidade em ter seu representante futebolístico. Entre os fundadores estavam os irmãos Nicanor, Alberto e Afonso Gordo, Edson Hermano, João Batista Gonçalves, Ondomar Sarti, Benjamin Roriz João de Brito Guimarães. O primeiro presidente atleticano foi Antônio Accioly. Graças a seu empenho, o Atlético conseguiu a área onde hoje está o estádio que leva o seu nome. Por muitos anos, o dirigente foi uma espécie de patrono do clube rubro-negro.
 Títulos
O Atlético já conquistou 11 títulos estaduais da primeira divisão, um estadual da segunda (2005), seis torneios início (muito tradicionais até a década de 60), o torneio triangular de Campinas (1956), o torneio da integração nacional (1971), uma Copa Goiás (1998) e dois campeonatos brasileiros da Série C (1990 e 2007).
 Craques
São incontáveis os craques que nasceram no Atlético ou que vestiram por um determinado período a camisa rubro-negra. Alguns merecem citação. Casos como do primeiro artilheiro de um campeonato goiano, Ari. Ou Tarzan, que brilhou defendendo o Dragão nos anos 40. Não podemos nos esquecer de Dadi, Pedro Bala, Zé Geraldo, Lico, Paguethi. Ainda teve o artilheiro de deus, Baltazar, Valdeir e Júlio César.
Nesta nova fase do Atlético vários jogadores se tornaram grandes nomes. Com certeza ficarão para a história do clube, como o goleiro Márcio, os volantes Pituca e Robston. Não nos esquecendo de Elias, Anaílson e Juninho".

NEM SEMPRE O ÓBVIO É ÓBVIO

Nada mais comum em nossas vidas do que nos depararmos com períodos e situações difíceis que parecem não ter solução. A impressão que se tem  é de que tudo virou de ponta-cabeça e, invarialvelmente, vem aquela horrível sensação de impotência.
Mas é justamente nestas situações que surgem as grandes oportunidades. Porém tais oportunidades só podem ser aproveitadas se tivermos a força e a coragem necessárias para superar os obstáculos e, mais do que isto, se estivermos atentos para reconhecê-las.
Uma coisa é certa : assim como as coisas boas, também as coisas ruins acontecem. E quando acontecem, não é raro gastarmos excessivamente nossa energia em identificar culpados.
 « Eu não deveria ter agido assim... ; a culpa foi desse... ; a culpa foi daquele... ; é castigo de Deus ; é coisa do diabo... ».
É claro que identificar as causas e aprender com os erros é uma prática salutar. Mas não deve ser motivo de inércia e, principalmente, não deve nos limitar a apenas tentar recuperar o status quo anterior.
É uma grande oportunidade para se despertar da letargia que a mesmice causa. Aproveite o aparente caos para avaliar alternativas, que podem representar um novo caminho e uma grande melhoria de vida.
Parece óbvio então que, manter o pensamento positivo, a mente aberta e agir proativamente, são atitudes imprescindíveis para enxergar o horizonte que se descortina através das janelas que se abrem, todas as vezes que uma porta se fecha.
Mas nem sempre o óbvio é óbvio...

“E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.
                                                                                                          Romanos 8 : 28


sábado, 19 de março de 2011

COMÉRCIO EXTERIOR


A competição cada vez mais acirrada no meio empresarial exige uma avaliação constante das estratégias das empresas.  E, na busca de alternativas para garantir seus objetivos, aumenta a cada dia o número de empresas que buscam sua internacionalização.
Este fenômeno vem precedido de circunstâncias que têm facilitado esta ação: a maior integração entre países, com a criação de blocos comerciais, e o crescimento do número de acordos bilaterais, abrem oportunidades para quem quer expandir seus negócios para além-fronteiras.
Todavia, é fundamental que tal processo seja precedido de uma avaliação técnica criteriosa, e que a implementação seja acompanhada por profissional gabaritado e capacitado para o exercício de atos de comércio exterior.
E não são poucas as cautelas. Os mesmos fatores que incentivam as empresas brasileiras permitem também o acesso de empresas de outras nacionalidades, a qualquer mercado.
Isto exige uma melhor avaliação da estratégia e amplia a abrangência da análise da concorrência. Além disto, torna imprescindível a excelência na gestão da qualidade e da produtividade.
Quase tudo igual ao que já ocorre no Brasil, porém com diferenças extremamente importantes: A cultura e a legislação locais.
Estes aspectos específicos são decisivos à obtenção do sucesso.
Por outro lado, é ponto pacífico o entendimento que o processo de formação e qualificação da mão de obra é estratégico  para o aumento da competitividade. No caso de internacionalização de empresas, salta aos olhos a importância do profissional qualificado em Comércio Exterior.
O conhecimento e a competência destes profissionais, nesta área, são fatores decisivos para o sucesso da empreitada.
Aproveito a oportunidade para cumprimentar os formandos em Comércio Exterior, da Unisul, que colam grau hoje. Em especial, meus cumprimentos ao amigo e formando Gustavo Bazzano, exemplo de garra e superação, bem como de coragem para mudar, fazer e acontecer.
Parabéns e sucesso!

quinta-feira, 10 de março de 2011

PÓLOS INDUSTRIAIS, COGERAÇÃO E A REGULAMENTAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO

Dentre os benefícios que um pólo industrial pode auferir, um dos mais importantes é o compartilhamento da infra-estrutura, em especial de redes elétricas de transporte de energia.
Assim, na grande maioria destes pólos há o compartilhamento de infra-estrutura elétrica pelos integrantes.
O desenho mais comum de um Pólo Industrial segue a estratégia de aglutinar diversas empresas independentes e uma empresa líder, que fica responsável pelo fornecimento de insumos básicos às demais indústrias do pólo, inclusive energia elétrica.
No caso da energia, funciona da seguinte maneira: a empresa líder importa energia do Sistema de Transmissão, utilizando-a apenas para o seu consumo. No desenvolvimento de sua produção, ela gera energia, através de um processo chamado cogeração. Esta energia da cogeração então é fornecida às demais indústrias do pólo.
Estas indústrias, são atendidas pela cogeração da empresa líder, através de redes elétricas privativas que fazem a interligação da cogeração com o consumidor.
Assim, somente a empresa líder está conectada à rede básica do sistema elétrico. As demais indústrias são atendidas pela cogeração desta empresa líder.
Como conseqüência disto, havendo uma paralisação do processo produtivo da empresa líder, paralisa também a cogeração de energia, afetando todas as Indústrias.
Daí a necessidade de altos índices de confiabilidade e flexibilidade para manutenções.
No entanto, Interrupções de fornecimento elétrico podem acarretar horas para retomada de alguns processos industriais.
Por isto é fundamental definir e formalizar os requisitos de qualidade e de confiabilidade, através de acordo operativo, com a transmissora de energia que abastece a empresa líder.
Todavia, apesar da enorme importância deste tema, o arcabouço regulatório do setor elétrico não dá um tratamento específico e claro com relação ao compartilhamento da infra-estrutura e aquisição de insumos energéticos.
Esta regulamentação pouco clara gera interpretações divergentes, prejudicando a obtenção dos ganhos inicialmente previstos na implantação dos pólos industriais,
Precisamos atualizar a legislação do setor elétrico brasileiro no sentido de se criar um ambiente regulatório mais seguro e que fomente a instalação de mais Pólos Industriais.

domingo, 6 de março de 2011

O PENSAMENTO E O PENSADOR

O pensamento, apesar de ser uma das coisas mais importantes em nossas vidas, nem sempre é objeto de cuidados por parte das pessoas, ainda sendo raras as atitudes visando aperfeiçoá-lo e dirigi-lo no sentido de facilitar o alcance de nossos objetivos.
Dirigir nossos pensamentos é fundamental, pois são eles que definem nossas ações.  Como conseqüência, acabam por definir a vida que levamos.
Neste sentido, precisamos saber pensar, dominar o pensamento, subordinando-o à nossa vontade, tendo em vista que estaremos sempre vivendo no nível que o projetarmos.
Aristóteles já dizia: “Pensar é uma ação divina”.  E como este antigo filósofo exercitou esta arte!
Seguido, valorizado, elogiado, rejeitado ou criticado, o fato é que, passados dois mil e quatrocentos anos, o pensamento aristotélico ainda hoje é interpretado por estudiosos.
E o que leva um pensamento a contribuir com a sociedade e se perenizar? Se conhecermos um pouquinho da obra de Aristóteles, talvez possamos compreender melhor.
Segundo o conceito finalista deste pensador, cada coisa existente no mundo teria uma atividade determinada por sua finalidade, ou seja, na natureza tudo teria sido criado com um objetivo definido. Da mesma forma, todas as ações dos seres humanos estariam ligadas a uma finalidade fixada pela natureza. E todas as coisas tenderiam ao bem.
Assim o bem seria a finalidade de cada coisa. Dentro deste raciocínio, a finalidade da medicina, por exemplo, seria a saúde.
Mas a principal finalidade e o bem maior para o ser humano seria a felicidade que, por sua vez, seria atingida através das virtudes.
E as principais virtudes para se alcançar a felicidade seriam a prudência, ou capacidade de decidir entre o bem e o mal, e a justiça.
É evidente que o trabalho deste filósofo vai muito mais além do que um resumo extremamente sintético como este que atrevi a fazer. Mas dá para perceber que o pensamento desenvolvido tem como base uma lógica, que é política e socialmente aceita: o bem como finalidade das coisas e a felicidade como conseqüência do exercício de virtudes.
De forma similar, e agora voltando ao plano individual, se direcionarmos nossos pensamentos para o bem e exercitarmos nossas virtudes, certamente provocaremos sentimentos positivos e imprescindíveis para nossa própria felicidade, tais como respeito, gratidão, amizade e amor.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

FUTEBOL, ENERGIA ELÉTRICA E AS CATEGORIAS DE BASE

Se eu perguntasse qual a diferença entre o futebol e a energia elétrica, é bem provável que alguém respondesse: “coloque o dedo na tomada que você saberá...”.
 Assim, para não correr este risco, vou fazer outra pergunta: qual a semelhança entre o futebol e a energia elétrica?
Quem se habilita a dar palpite? Não estão vendo semelhanças? Será que não tem?
Meu desafio de hoje é mostrar que tem.
Mas, que tarefinha complicada, hein? Por onde começar?
Quando me deparo com situações em que há dificuldades de argumentação, sempre me lembro de uma conhecida anedota sobre advogados. Conta a referida anedota que, provocado a escrever um texto sobre Jesus Cristo, o Advogado perguntou: contra ou a favor?
Então, inspirado nesta capacidade argumentativa dos doutos colegas jurisconsultos, vou mostrar que existem semelhanças entre futebol e energia elétrica.
A CBF, entidade nacional de administração do futebol profissional no Brasil, tem como principal função zelar pelo efetivo cumprimento das normas e regras que regem este esporte, com o objetivo de manter a ordem das competições futebolísticas no território brasileiro, seguindo as diretrizes da FIFA. Fazem parte das atribuições da CBF, coordenar e supervisionar a atuação das Federações estaduais e a dos clubes de futebol.
Seguindo uma estrutura similar, o setor elétrico tem uma entidade nacional cuja principal função é zelar pelo efetivo cumprimento das normas e regras que regem o setor, seguindo as diretrizes do Conselho Nacional de Política Energética – CNPE. Trata-se da Aneel, que também descentraliza suas atividades através de convênios supervisionados com as agências estaduais, e acompanha a atuação das concessionárias de energia.
Resguardando as devidas proporções relativas à importância destas atividades para a sociedade, ambas as entidades seguem políticas e diretrizes definidas por entidades superiores, têm caráter regulatório e de supervisão, e objetivam garantir a qualidade da execução e prestação de seus serviços.
Ufa...!!! Consegui fazer alguma comparação! Mas a que conclusão isto leva? Sei lá...! Neste momento só me ocorre a constatação de como as estruturas organizacionais tendem a ser parecidas, independente da área de atuação.
Seguindo esta linha estrutural, poderia continuar fazendo mais tergiversações temerárias e duvidosas acerca de outras semelhanças. Mas vou me ater a uma questão operacional comum: a necessidade de formação e manutenção de talentos.
Assim como acontece nos clubes de futebol, também as concessionárias precisam cada vez mais de profissionais talentosos, criativos e que acompanham a evolução das estratégias. E não está fácil encontrá-los. A carência é muito grande por profissionais qualificados e capacitados nesta área. E quando algum deles está disponível, o preço é muito alto.
Por isto, da mesma forma que os grandes clubes estão investindo pesado na formação de jogadores em suas categorias de base e no desenvolvimento físico, técnico e tático de seus atletas, também as empresas de energia precisam reforçar as ações visando a formação de mão de obra capacitada, bem como uma constante atualização de seus empregados.
A prestação adequada deste serviço passa pela garantia da qualidade e por uma produtividade que garanta uma remuneração justa. E tanto uma quanto a outra, dependem primordialmente da atuação dos colaboradores.
Os avanços tecnológicos e o crescente grau de exigências por parte da sociedade, exigem atualização constante por parte dos profissionais, em relação às suas competências. Daí a enorme importância da Gestão de Pessoas nas empresas, no sentido de propiciar um ambiente adequado de aprendizagem constante.
Decorre daí, também, uma grande oportunidade e uma grande responsabilidade para as empresas especializadas em treinamentos e cursos corporativos. E o mercado, como sempre, será conquistado por quem demonstrar mais competência, seriedade e responsabilidade.